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    <title>Journal Club Imunoterapia Tumoral</title>
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    <description>O vosso journal club digital sobre imunoterapia tumoral</description>
    <language>pt</language>
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    <pubDate>Tue, 02 Sep 2008 16:50:32 GMT</pubDate>
    <itunes:subtitle>O vosso journal club digital sobre imunoterapia tumoral</itunes:subtitle>
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    <itunes:author>Pedro Alves</itunes:author>
    <itunes:summary>Ol&#225;.
Bem vindos a este podcast que pretende apresentar-vos artigos originais publicados na &#225;rea da Imunologia Tumoral e afins.

O podcast &#233; realizado em formato Journal Club. Ou seja, uma pequena introdu&#231;&#227;o e uma descri&#231;&#227;o em promenor do trabalho descrito e dos resultados apresentados. 

O meu objectivo &#233; fomentar o interesse da malta pela imunologia tumoral. 

Espero que gostem da ideia e tirem proveito. Tentarei assiduamente apresentar-vos outros artigos ...
Nota: Os coment&#225;rios produzidos s&#227;o da exclusiva responsabilidade do autor, e n&#227;o reflectem as posi&#231;&#245;es e orienta&#231;&#245;es cient&#237;ficas ou administrativas das institui&#231;&#245;es onde o autor tem ou teve actividade laboral associada.






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    <itunes:category text="Science &amp; Medicine"/>
    <item>
      <title>Edi&#231;&#227;o#18: Modus-operandi de um adjuvante na vacina&#231;&#227;o com Ovalbumina</title>
      <description>&lt;p&gt;Nesta edi&#231;&#227;o apresento-vos um artigo muito elegante (&lt;a href="http://www.jem.org/cgi/doi/10.1084/jem.20071087"&gt;Kool et al 2008 JEM; 205: 869&lt;/a&gt; e bem desenhado onde se demonstra os efeitos do agente adjuvante na vacina&#231;&#227;o com o antig&#233;nio OVALBUMINA.&lt;/p&gt;
                                                                                
                                                                                &lt;p&gt;O trabalho mostra-nos a din&#226;mica das respostas T CD4 especificas do antig&#233;nio e sobretudo como o processo esta dependente da mobiliza&#231;&#227;o de c&#233;lulas do sistema imunol&#243;gico inato, nomeadamente monocitos que ap&#243;s entrarem em contacto com o ambiente inflamat&#243;rio criado pelo adjuvante se diferenciam em c&#233;lulas dendriticas maturas que migram para os n&#243;dulos linf&#225;ticos drenantes e n&#227;o-drenantes activando ai as c&#233;lulas T CD4 naive em circula&#231;&#227;o.&lt;/p&gt;
                                                                                
                                                                                &lt;p&gt;Os autores deste trabalho tamb&#233;m demonstram que a ac&#231;&#227;o do adjuvante (hidr&#243;xido de alum&#237;nio) &#233; dependente da produ&#231;&#227;o de acido &#250;rico (&lt;a href="http://pmsalves.wordpress.com/2007/08/20/"&gt;lembram-se dele&lt;/a&gt;) e da media&#231;&#227;o via MyD88, um elemento chave na sinaliza&#231;&#227;o intracelular dos receptores Toll-like.&lt;/p&gt;
                                                                                
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      <pubDate>Sat, 26 Jul 2008 23:48:15 GMT</pubDate>
      <dcterms:modified>2008-09-02</dcterms:modified>
      <dcterms:created>2008-07-26</dcterms:created>
      <link>http://pmsalves.podOmatic.com</link>
      <dc:creator>Pedro Alves</dc:creator>
      <itunes:keywords>adjuvante,cavidade,c&#233;lulas,dendriticas,inflamat&#243;rios,monocitos,ovalbumina,vacina&#231;&#227;o</itunes:keywords>
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      <itunes:summary>Nesta edi&#231;&#227;o apresento-vos um artigo muito elegante (Kool et al 2008 JEM; 205: 869 e bem desenhado onde se demonstra os efeitos do agente adjuvante na vacina&#231;&#227;o com o antig&#233;nio OVALBUMINA.
                                                                                
                                                                                O trabalho mostra-nos a din&#226;mica das respostas T CD4 especificas do antig&#233;nio e sobretudo como o processo esta dependente da mobiliza&#231;&#227;o de c&#233;lulas do sistema imunol&#243;gico inato, nomeadamente monocitos que ap&#243;s entrarem em contacto com o ambiente inflamat&#243;rio criado pelo adjuvante se diferenciam em c&#233;lulas dendriticas maturas que migram para os n&#243;dulos linf&#225;ticos drenantes e n&#227;o-drenantes activando ai as c&#233;lulas T CD4 naive em circula&#231;&#227;o.
                                                                                
                                                                                Os autores deste trabalho tamb&#233;m demonstram que a ac&#231;&#227;o do adjuvante (hidr&#243;xido de alum&#237;nio) &#233; dependente da produ&#231;&#227;o de acido &#250;rico (lembram-se dele) e da media&#231;&#227;o via MyD88, um elemento chave na sinaliza&#231;&#227;o intracelular dos receptores Toll-like.
                                                                                
                                                                                Uma boa leitura para este m&#234;s de calor...
                                                                                
                                                                                Pedro</itunes:summary>
    </item>
    <item>
      <title>Edi&#231;&#227;o#17: Case Report - Imunoterapia de melanoma com clone T CD4 especifico de NY-ESO-1</title>
      <description>&lt;p&gt;Nesta edi&#231;&#227;o apresento-vos um "&lt;i&gt;&lt;a href="http://search.nejm.org/search?p=R&amp;srid=S9%2d2&amp;lbc=nejm&amp;w=NY%2dESO%2d1&amp;url=http%3a%2f%2fcontent%2enejm%2eorg%2fcgi%2fcontent%2fshort%2f358%2f25%2f2698&amp;rk=1&amp;uid=741564488&amp;sid=2&amp;ts=subs&amp;rsc=j5TxJbXoEAKRV34z&amp;method=and&amp;isort=score&amp;start%5fyear=1998&amp;start%5fmonth=9"&gt;case report&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;" de um tratamento imunoterapeutico com c&#233;lulas T CD4+ especificas do antig&#233;nio &lt;a href="http://www.genecards.org/cgi-bin/carddisp.pl?gene=CTAG1B"&gt;NY-ESO-1&lt;/a&gt; num paciente com melanoma metastatico refract&#225;rio a terapias com IFN-alfa e IL-2.&lt;/p&gt;
                                                
                                                &lt;p&gt;O paciente foi transferido com 5 bili&#245;es de c&#233;lulas T especificas do antig&#233;nio tumoral, sem citoquinas, e demonstrou   regress&#227;o de metastases, 2 meses ap&#243;s terapia e sem recidiva ap&#243;s 22 meses.&lt;/p&gt;
                                                
                                                &lt;p&gt;De interesse, o facto que sinais de autoimmunidade n&#227;o foram obervados como esperado, pois neste estudo o alvo antig&#233;nico s&#243; &#233; expresso por c&#233;lulas tumorais, e que o doente desenvolve ap&#243;s terapia respostas celulares detectaveis no sangue contra outros antig&#233;nios tumorais expressos pelo melanoma&lt;/p&gt;
                                                
                                                &lt;p&gt; Boa leitura e obrigado pela vossa escuta&lt;/p&gt; </description>
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      <pubDate>Sun, 29 Jun 2008 22:32:43 GMT</pubDate>
      <dcterms:modified>2008-09-02</dcterms:modified>
      <dcterms:created>2008-06-29</dcterms:created>
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      <dc:creator>Pedro Alves</dc:creator>
      <itunes:keywords>cancro,clone,imunoterapia,melanoma,t,vacina&#231;&#227;o</itunes:keywords>
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      <itunes:summary>Nesta edi&#231;&#227;o apresento-vos um "case report" de um tratamento imunoterapeutico com c&#233;lulas T CD4+ especificas do antig&#233;nio NY-ESO-1 num paciente com melanoma metastatico refract&#225;rio a terapias com IFN-alfa e IL-2.
                                                
                                                O paciente foi transferido com 5 bili&#245;es de c&#233;lulas T especificas do antig&#233;nio tumoral, sem citoquinas, e demonstrou   regress&#227;o de metastases, 2 meses ap&#243;s terapia e sem recidiva ap&#243;s 22 meses.
                                                
                                                De interesse, o facto que sinais de autoimmunidade n&#227;o foram obervados como esperado, pois neste estudo o alvo antig&#233;nico s&#243; &#233; expresso por c&#233;lulas tumorais, e que o doente desenvolve ap&#243;s terapia respostas celulares detectaveis no sangue contra outros antig&#233;nios tumorais expressos pelo melanoma
                                                
                                                 Boa leitura e obrigado pela vossa escuta </itunes:summary>
    </item>
    <item>
      <title>Edi&#231;&#227;o #16: Potencial imunoterapeutico das celulas T {gamma}{delta}</title>
      <description>&lt;p&gt; Apresento nesta edi&#231;&#227;o um artigo submetido por Liu et al ao &lt;a Journal of Immunology (2008) vol. 180: 6044 href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/entrez/utils/fref.fcgi?PrId=3051&amp;itool=AbstractPlus-def&amp;uid=18424725&amp;db=pubmed&amp;url=http://www.jimmunol.org/cgi/pmidlookup?view=long&amp;pmid=18424725" &gt;&lt;/a&gt;, onde ratinhos knock-out para as celulas T {gamma}{delta} s&#227;o cruzados com ratinhos TRAMP que desenvolvem cancro da prostata expontaneamente.&lt;/p&gt;
                                                                                                                                
                                                                                                                                &lt;p&gt;Os autores observam que os ratinhos KO para as celulas T {gamma}{delta} desenvolvem tumores genitourinarios relativamente mais massivos e significativamente mais agressivos.&lt;/P&gt;
                                                                                                                                
                                                                                                                                &lt;p&gt; Os autores tamb&#233;m avaliam a capacidade terapeutica da transfer&#234;ncia adoptiva de c&#233;lulas T {gamma}{delta} na inibi&#231;&#227;o do crescimento tumoral. Os autores observam que animais TRAMP tratados com c&#233;lulas T {gamma}{delta} desenvolvem tumores mais pequenos e sobrevivem a situa&#231;&#245;es de doen&#231;a metastatica, em compara&#231;&#227;o a animais nao tratados no sistema experimental avaliado.&lt;/P&gt;
                                                                                                                                
                                                                                                                                &lt;At&#233; breve, P.&lt;/P&gt;
                                                                                                                                
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      <comments>http://pmsalves.podOmatic.com/entry/2008-05-30T17_03_22-07_00</comments>
      <pubDate>Sat, 31 May 2008 00:01:42 GMT</pubDate>
      <dcterms:modified>2008-06-17</dcterms:modified>
      <dcterms:created>2008-05-31</dcterms:created>
      <link>http://pmsalves.podOmatic.com</link>
      <dc:creator>Pedro Alves</dc:creator>
      <itunes:keywords>adoptiva,cancro,delta,gamma,knock-out,prostata,t,terapia,tramp</itunes:keywords>
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      <itunes:summary> Apresento nesta edi&#231;&#227;o um artigo submetido por Liu et al ao , onde ratinhos knock-out para as celulas T {gamma}{delta} s&#227;o cruzados com ratinhos TRAMP que desenvolvem cancro da prostata expontaneamente.
                                                                                                                                
                                                                                                                                Os autores observam que os ratinhos KO para as celulas T {gamma}{delta} desenvolvem tumores genitourinarios relativamente mais massivos e significativamente mais agressivos.
                                                                                                                                
                                                                                                                                 Os autores tamb&#233;m avaliam a capacidade terapeutica da transfer&#234;ncia adoptiva de c&#233;lulas T {gamma}{delta} na inibi&#231;&#227;o do crescimento tumoral. Os autores observam que animais TRAMP tratados com c&#233;lulas T {gamma}{delta} desenvolvem tumores mais pequenos e sobrevivem a situa&#231;&#245;es de doen&#231;a metastatica, em compara&#231;&#227;o a animais nao tratados no sistema experimental avaliado.
                                                                                                                                
                                                                                                                                
                                                                                                                                
                                                                                                                                </itunes:summary>
    </item>
    <item>
      <title>Edi&#231;&#227;o #15: Impactos antitumorais do receptor activador NKG2D</title>
      <description> &lt;br&gt;
Uma nova edi&#231;&#227;o do podcast &#8220;journal club imunoterapia tumoral&#8221; est&#225; dispon&#237;vel nos servidores pronto para a vossa escuta. Desta feita descrevo um artigo publicado recentemente no &lt;a href="http://www.immunity.com/content/article/abstract?uid=PIIS107476130800112X
"&gt; jornal IMMUNITY, 28(4):571-80&lt;/a&gt; sobre um modelo de ratinho &#8220;knock-out&#8221; para NKG2D, um receptor activador sobretudo expresso em c&#233;lulas NK, mas tamb&#233;m outros tipos de linf&#243;citos.&lt;/br&gt;

&lt;br&gt;Os autores descrevem os fen&#243;tipos observados quandos estes ratinhos foram cruzados com ratinhos que naturalmente geram tumores (ratinhos TRAMP - cancro da prostata; e ratinhos Emicro-myc: linfomas do tipo B). Os resultados demonstram que os ratinhos knock-out geram tumores mais rapidamente e para o caso dos cancro da prostata, tumores mais massivose agressivos. Para estes tumores da prostata os autores observam curiosas expressoes de ligandos de NKG2D nos tumores mais desenvolvidos provenientes de ratinhos contendo o knock-out, facto que nao acontece nos tumores de ratinhos selvagens. Estes factos suportam a hipotese de um controlo imunologico via NKG2D do crescimento deste tumores nos animais selvagens.&lt;/br&gt;</description>
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      <comments>http://pmsalves.podOmatic.com/entry/2008-05-04T12_16_20-07_00</comments>
      <pubDate>Sun, 04 May 2008 19:16:20 GMT</pubDate>
      <dcterms:modified>2008-06-17</dcterms:modified>
      <dcterms:created>2008-05-04</dcterms:created>
      <link>http://pmsalves.podOmatic.com</link>
      <dc:creator>Pedro Alves</dc:creator>
      <itunes:keywords>NK,NKG2D,cancro,c&#233;lulas,da,knock-out,linfomas,modelos,prostata,ratinhos,tumorais.</itunes:keywords>
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      <itunes:summary> 
Uma nova edi&#231;&#227;o do podcast &#8220;journal club imunoterapia tumoral&#8221; est&#225; dispon&#237;vel nos servidores pronto para a vossa escuta. Desta feita descrevo um artigo publicado recentemente no  jornal IMMUNITY, 28(4):571-80 sobre um modelo de ratinho &#8220;knock-out&#8221; para NKG2D, um receptor activador sobretudo expresso em c&#233;lulas NK, mas tamb&#233;m outros tipos de linf&#243;citos.

Os autores descrevem os fen&#243;tipos observados quandos estes ratinhos foram cruzados com ratinhos que naturalmente geram tumores (ratinhos TRAMP - cancro da prostata; e ratinhos Emicro-myc: linfomas do tipo B). Os resultados demonstram que os ratinhos knock-out geram tumores mais rapidamente e para o caso dos cancro da prostata, tumores mais massivose agressivos. Para estes tumores da prostata os autores observam curiosas expressoes de ligandos de NKG2D nos tumores mais desenvolvidos provenientes de ratinhos contendo o knock-out, facto que nao acontece nos tumores de ratinhos selvagens. Estes factos suportam a hipotese de um controlo imunologico via NKG2D do crescimento deste tumores nos animais selvagens.</itunes:summary>
    </item>
    <item>
      <title>Edi&#231;&#227;o #14: A&#231;ucares conseguem reverter o estado de anergia de linf&#243;citos infiltrates de tumores</title>
      <description>Ol&#225; Malta

De volta com uma nova edi&#231;&#227;o que espero seja do vosso apre&#231;o.

http://www.immunity.com/content/article/abstract?uid=PIIS1074761308000708</description>
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      <pubDate>Tue, 15 Apr 2008 15:37:51 GMT</pubDate>
      <dcterms:modified>2008-06-16</dcterms:modified>
      <dcterms:created>2008-04-15</dcterms:created>
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      <dc:creator>Pedro Alves</dc:creator>
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De volta com uma nova edi&#231;&#227;o que espero seja do vosso apre&#231;o.

http://www.immunity.com/content/article/abstract?uid=PIIS1074761308000708</itunes:summary>
    </item>
    <item>
      <title>Edi&#231;&#227;o #13: Popula&#231;&#245;es T mem&#243;ria polifuncionais apartir de um &#250;nico percursor T na&#239;ve</title>
      <description>Ol&#225;,&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Nesta edi&#231;&#227;o do podcast apresento-vos o artigo "&lt;a
 href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/18082432?ordinalpos=2&amp;itool=EntrezSystem2.PEntrez.Pubmed.Pubmed_ResultsPanel.Pubmed_RVDocSum"&gt;A
single
Naive CD8+ T cell precursor can develop into diverse effector and
memory subsets" por Stemberg &lt;span style="font-style: italic;"&gt;et
al&lt;/span&gt; Immunity 2007, 27:985&lt;/a&gt;.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Este
artigo demonstra que um &#250;nico precursor T na&#239;ve OT-1 pode gerar um
repertorio diverso de c&#233;lulas T efectoras e T mem&#243;ria (mem&#243;ria
efectoras e mem&#243;rias centrais). Este artigo vem redescrever o nosso
conhecimento sobre as origens das popula&#231;&#245;es mem&#243;ria T.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Os autores transferem uma &#250;nica c&#233;lula T na&#239;ve OT-1 (CD45.1 +) num
ratinho na&#239;ve C57BL/6 (CD45.1 &#160;-) e estimulam as c&#233;lulas com
bacteria Listeria monocytogenes expressando o antig&#233;nio OVA. 12 dias
ap&#243;s a estimula&#231;&#227;o e a transfer&#234;ncia da c&#233;lula precursora os autores
observam a expans&#227;o celular das c&#233;lulas CD45.1+ com forma&#231;&#227;o de c&#233;lulas
mem&#243;ria efectoras (CD62L low, CD45RA +) e c&#233;lulas mem&#243;ria centrais
(CD62L high, CD45RA+). Estas c&#233;lulas mem&#243;ria s&#227;o capazes de desenvolver
respostas mem&#243;ria ap&#243;s restimula&#231;&#227;o e mesmo quando a transfer&#234;ncia
&#160;das c&#233;lula precursora ocorre ap&#243;s a estimula&#231;&#227;o antig&#233;nica. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
At&#233; breve.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Pedro

&lt;a target="_blank" href="http://www.webstats.motigo.com/stats?AESDPg4BAhfD_ex1cS05sC58iN/A"&lt;/a&gt;
</description>
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      <comments>http://pmsalves.podOmatic.com/entry/2008-03-03T02_16_16-08_00</comments>
      <pubDate>Mon, 03 Mar 2008 10:16:16 GMT</pubDate>
      <dcterms:modified>2008-06-17</dcterms:modified>
      <dcterms:created>2008-03-03</dcterms:created>
      <link>http://pmsalves.podOmatic.com</link>
      <dc:creator>Pedro Alves</dc:creator>
      <itunes:keywords>OT-1,c&#233;lulas,desenvolvimento,diferencia&#231;&#227;o,memoria,naive,t,vacina&#231;&#227;o</itunes:keywords>
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      <itunes:summary>Ol&#225;,

Nesta edi&#231;&#227;o do podcast apresento-vos o artigo "A
single
Naive CD8+ T cell precursor can develop into diverse effector and
memory subsets" por Stemberg et
al Immunity 2007, 27:985.

Este
artigo demonstra que um &#250;nico precursor T na&#239;ve OT-1 pode gerar um
repertorio diverso de c&#233;lulas T efectoras e T mem&#243;ria (mem&#243;ria
efectoras e mem&#243;rias centrais). Este artigo vem redescrever o nosso
conhecimento sobre as origens das popula&#231;&#245;es mem&#243;ria T.

Os autores transferem uma &#250;nica c&#233;lula T na&#239;ve OT-1 (CD45.1 +) num
ratinho na&#239;ve C57BL/6 (CD45.1 &#160;-) e estimulam as c&#233;lulas com
bacteria Listeria monocytogenes expressando o antig&#233;nio OVA. 12 dias
ap&#243;s a estimula&#231;&#227;o e a transfer&#234;ncia da c&#233;lula precursora os autores
observam a expans&#227;o celular das c&#233;lulas CD45.1+ com forma&#231;&#227;o de c&#233;lulas
mem&#243;ria efectoras (CD62L low, CD45RA +) e c&#233;lulas mem&#243;ria centrais
(CD62L high, CD45RA+). Estas c&#233;lulas mem&#243;ria s&#227;o capazes de desenvolver
respostas mem&#243;ria ap&#243;s restimula&#231;&#227;o e mesmo quando a transfer&#234;ncia
&#160;das c&#233;lula precursora ocorre ap&#243;s a estimula&#231;&#227;o antig&#233;nica. 

At&#233; breve.

Pedro


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    </item>
    <item>
      <title>Edi&#231;&#227;o #12: SIV: Muta&#231;&#227;o in vivo de peptideo criptico imunog&#233;nico</title>
      <description>&#160; &lt;p&gt;Ol&#225; malta&#8230;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;J&#225; eram quase 3 da manh&#227; quando terminei
de editar esta edi&#231;&#227;o e codificava o mp3
respectivo.&#160; Quem corre por gosto n&#227;o cansa!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Desta feita encontrei um artigo na sequ&#234;ncia da
edi&#231;&#227;o anterior -
continuamos no mundo do SIV e das suas respostas
imunol&#243;gicas, sobre
introdu&#231;&#227;o de muta&#231;&#245;es &lt;i&gt;in
vivo&lt;/i&gt; num peptideo apresentado pelas moleculas do complexo
major de histocompatibilidade de classe 1 &lt;i&gt;(&lt;/i&gt;MHC &lt;i&gt;mamu-B*17&lt;/i&gt;).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se este fen&#243;meno n&#227;o tem nada de muito
invulgar no mundo dos virus.
Mas, o que &#233; invulgar e se torna o apelativo deste artigo
chamado &lt;a
 href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/17954573?ordinalpos=4&amp;itool=EntrezSystem2.PEntrez.Pubmed.Pubmed_ResultsPanel.Pubmed_RVDocSum"&gt;&#8221;
AIDS virus-specific CD8+ T lymphocytes against an imunodominant cryptic
epitope select for viral escape&#8221; JEM 2007 2004: 2505 por
Maness et al&lt;/a&gt; &#233; o facto ser proveniente de um
quadro de leitura alternativo (ou altered reading frame) do gene &lt;i&gt;env&lt;/i&gt;
do SIV. Mais curioso ainda &#233; que este peptideo &#233;
significativamente
imunog&#233;nico (capaz de induzir respostas
imunol&#243;gicas mediadas por
linf&#243;citos T CD8) e as respostas induzidas dominantes
comparadas com
outros peptideos do mesmo virus.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Vai disto, o virus para escapar a press&#227;o
imunol&#243;gica exercida pelos
linf&#243;citos T CD8 espec&#237;ficos deste peptideo
criptico que s&#227;o capazes de
reconhecer c&#233;lulas infectadas com o virus em causa, realizam
a muta&#231;&#227;o
particular do peptideo de modo a alterar a sua sequ&#234;ncia e
reduzir a
afinidade para a mol&#233;cula de MHC classe I &lt;i&gt;mamu-B*17.
&lt;/i&gt;O peptideo
mutado tem muita menos afinidade e n&#227;o &#233;
imunog&#233;nico e logo incapaz de
mobilizar os linf&#243;citos T CD8 e estes n&#227;o
consegue reconhecer c&#233;lulas
infectadas com virus contendo a muta&#231;&#227;o em causa.
Tamb&#233;m interessante o
facto que a muta&#231;&#227;o introduzida s&#243;
afectar o peptideo criptico, pois a
mesma muta&#231;&#227;o n&#227;o altera a
sequ&#234;ncia de amino &#225;cidos do gene env de
onde o peptideo &#233; proveniente (muta&#231;&#227;o
sin&#243;nima).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Estamos portanto em face de um fen&#243;meno
estremamente curioso que d&#225;
muito que pensar sobre as estrat&#233;gias que os virus podem
introduzir de
modo a escapar ao controlo imunol&#243;gico, e n&#227;o
podemos deixar de
estrapolar situa&#231;&#245;es semelhantes que podem
ocorrer para as c&#233;lulas
tumorais. Estamos perante portanto a uma situa&#231;&#227;o
de &#8220;ImunoEditing&#8221; ou
modifica&#231;&#227;o antig&#233;nica mediada pelo
sistema imunol&#243;gico.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Que tal?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um abra&#231;o e boas leituras&#8230; ler
&#233; aprender e abrir horizontes!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pedro&lt;/p&gt;

&lt;a target="_blank" href="http://www.webstats.motigo.com/stats?AESDPg4BAhfD_ex1cS05sC58iN/A"&lt;/a&gt;
</description>
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      <pubDate>Tue, 12 Feb 2008 09:20:42 GMT</pubDate>
      <dcterms:modified>2008-06-18</dcterms:modified>
      <dcterms:created>2008-02-12</dcterms:created>
      <link>http://pmsalves.podOmatic.com</link>
      <dc:creator>Pedro Alves</dc:creator>
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      <itunes:summary>&#160; Ol&#225; malta&#8230;
J&#225; eram quase 3 da manh&#227; quando terminei
de editar esta edi&#231;&#227;o e codificava o mp3
respectivo.&#160; Quem corre por gosto n&#227;o cansa!
Desta feita encontrei um artigo na sequ&#234;ncia da
edi&#231;&#227;o anterior -
continuamos no mundo do SIV e das suas respostas
imunol&#243;gicas, sobre
introdu&#231;&#227;o de muta&#231;&#245;es in
vivo num peptideo apresentado pelas moleculas do complexo
major de histocompatibilidade de classe 1 (MHC mamu-B*17).
Se este fen&#243;meno n&#227;o tem nada de muito
invulgar no mundo dos virus.
Mas, o que &#233; invulgar e se torna o apelativo deste artigo
chamado &#8221;
AIDS virus-specific CD8+ T lymphocytes against an imunodominant cryptic
epitope select for viral escape&#8221; JEM 2007 2004: 2505 por
Maness et al &#233; o facto ser proveniente de um
quadro de leitura alternativo (ou altered reading frame) do gene env
do SIV. Mais curioso ainda &#233; que este peptideo &#233;
significativamente
imunog&#233;nico (capaz de induzir respostas
imunol&#243;gicas mediadas por
linf&#243;citos T CD8) e as respostas induzidas dominantes
comparadas com
outros peptideos do mesmo virus.
Vai disto, o virus para escapar a press&#227;o
imunol&#243;gica exercida pelos
linf&#243;citos T CD8 espec&#237;ficos deste peptideo
criptico que s&#227;o capazes de
reconhecer c&#233;lulas infectadas com o virus em causa, realizam
a muta&#231;&#227;o
particular do peptideo de modo a alterar a sua sequ&#234;ncia e
reduzir a
afinidade para a mol&#233;cula de MHC classe I mamu-B*17.
O peptideo
mutado tem muita menos afinidade e n&#227;o &#233;
imunog&#233;nico e logo incapaz de
mobilizar os linf&#243;citos T CD8 e estes n&#227;o
consegue reconhecer c&#233;lulas
infectadas com virus contendo a muta&#231;&#227;o em causa.
Tamb&#233;m interessante o
facto que a muta&#231;&#227;o introduzida s&#243;
afectar o peptideo criptico, pois a
mesma muta&#231;&#227;o n&#227;o altera a
sequ&#234;ncia de amino &#225;cidos do gene env de
onde o peptideo &#233; proveniente (muta&#231;&#227;o
sin&#243;nima).
Estamos portanto em face de um fen&#243;meno
estremamente curioso que d&#225;
muito que pensar sobre as estrat&#233;gias que os virus podem
introduzir de
modo a escapar ao controlo imunol&#243;gico, e n&#227;o
podemos deixar de
estrapolar situa&#231;&#245;es semelhantes que podem
ocorrer para as c&#233;lulas
tumorais. Estamos perante portanto a uma situa&#231;&#227;o
de &#8220;ImunoEditing&#8221; ou
modifica&#231;&#227;o antig&#233;nica mediada pelo
sistema imunol&#243;gico.
Que tal?
Um abra&#231;o e boas leituras&#8230; ler
&#233; aprender e abrir horizontes!
Pedro


</itunes:summary>
    </item>
    <item>
      <title>Edi&#231;&#227;o #11: CpG e Flt3L como potenciadores de vacina&#231;&#227;o profil&#225;tica contra SIV em primatas</title>
      <description>&lt;p&gt; Ol&#225; malta...&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Ap&#243;s um m&#234;s de Janeiro cheio de perip&#233;cias, consegui gravar uma nova edi&#231;&#227;o do podcast. Desta feita, descrevo-vos um artigo onde se utiliza a estrat&#233;gia de "prime-boost" amelhorada com CpG e FLT3L para aumentar a sua efic&#225;cia objectiva num ensaio pre-clinico em macacos para o virus SIV.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O artigo chama-se "&lt;a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/17954572?ordinalpos=1&amp;itool=EntrezSystem2.PEntrez.Pubmed.Pubmed_ResultsPanel.Pubmed_RVDocSum"&gt;&lt;i&gt;Adjuvanting a DNA vaccine with a TLR9 ligand plus Flt3 ligand results in enhanced cellular immunity against the simian immunodeficiency virus" &lt;/i&gt;publicado em 2007 no jornal JOURNAL EXPERIMENTAL MEDICINE.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Eu achei este artigo muito interessante por ser um artigo relatando um ensaio pr&#233;-clinico em primatas (&lt;i&gt;Rhesus macaques&lt;/i&gt;), e tratar-se de um modelo de HIV (human immudeficiency virus) - SIDA em portugu&#234;s. &#201; claro que neste experimental de primatas tenta-se tratar os animais com a variante s&#237;mia (SIV).&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Outro factor interessante no artigo &#233; o uso de uma estrat&#233;gia de vacina&#231;&#227;o onde se utilizam dois vectores virais de origens distintas expressando os mesmo antig&#233;nios (SIV gag e pol) e HIV (Env e Nef). O uso de dois vectores distintos sequ&#234;ncialmente chama-se &lt;i&gt;prime-boost&lt;/i&gt;. O objectivo &#233; evitar a neutraliza&#231;&#227;o do vector viral modificando a sua origem mantendo em comum o antig&#233;nio de interesse. Assim sendo o vector inicial &#233; o virus &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Vaccinia"&gt;Vaccinia&lt;/a&gt; e depois o vector seguinte &#233; o &lt;a href="http://chi.ucsf.edu/vaccines/vaccines?page=vc-01-04"&gt;virus Ankara.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Os autores testam o ligando de Toll-like receptor9 (Desoxiribonucleotideos CpG) e o uso de &lt;a href="http://www.jem.org/cgi/content/abstract/198/2/305"&gt;&lt;i&gt;Flt3 ligand&lt;/i&gt;&lt;/a&gt; para potenciar os efeitos da estrat&#233;gia de prime-boost. Os autores descrevem que a vacina assim utilizada induz uma elevada mobiliza&#231;&#227;o de c&#233;lulas dendriticas (c&#233;lulas apresentadoras de antig&#233;nios profissionais do sistema imunol&#243;gico) e em estado maturo de diferencia&#231;&#227;o. Como resultados os autores mostram que no grupo de animais tratado com Flt3L e CpG, o n&#250;mero de linf&#243;citos T CD8 especificos do antig&#233;nio Gag do SIV &#233; superior a todos os outros grupos animais testados, e que em termos clinicos a vacina tem efeitos profil&#225;ticos na protec&#231;&#227;o dos animais contra um infec&#231;&#227;o mucosal por via rectal com o virus SIV.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Os dados apresentados s&#227;o extremamente encorajadores para o uso desta estrat&#233;gia prime-boost com CpG e Flt3L em estudos pr&#233;-clinicos em humanos.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;D&#234;em uma &lt;a href="http://pmsalves.podomatic.com"&gt;olhada&lt;/a&gt; e deixem os vossos coment&#225;rios...&lt;/p&gt;

&lt;a target="_blank" href="http://www.webstats.motigo.com/stats?AESDPg4BAhfD_ex1cS05sC58iN/A"&lt;/a&gt;</description>
      <guid isPermaLink="true">http://pmsalves.podOmatic.com/entry/2008-02-03T06_35_06-08_00</guid>
      <comments>http://pmsalves.podOmatic.com/entry/2008-02-03T06_35_06-08_00</comments>
      <pubDate>Sun, 03 Feb 2008 14:35:06 GMT</pubDate>
      <dcterms:modified>2008-06-18</dcterms:modified>
      <dcterms:created>2008-02-03</dcterms:created>
      <link>http://pmsalves.podOmatic.com</link>
      <dc:creator>Pedro Alves</dc:creator>
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      <itunes:summary> Ol&#225; malta...

Ap&#243;s um m&#234;s de Janeiro cheio de perip&#233;cias, consegui gravar uma nova edi&#231;&#227;o do podcast. Desta feita, descrevo-vos um artigo onde se utiliza a estrat&#233;gia de "prime-boost" amelhorada com CpG e FLT3L para aumentar a sua efic&#225;cia objectiva num ensaio pre-clinico em macacos para o virus SIV.

O artigo chama-se "Adjuvanting a DNA vaccine with a TLR9 ligand plus Flt3 ligand results in enhanced cellular immunity against the simian immunodeficiency virus" publicado em 2007 no jornal JOURNAL EXPERIMENTAL MEDICINE.

Eu achei este artigo muito interessante por ser um artigo relatando um ensaio pr&#233;-clinico em primatas (Rhesus macaques), e tratar-se de um modelo de HIV (human immudeficiency virus) - SIDA em portugu&#234;s. &#201; claro que neste experimental de primatas tenta-se tratar os animais com a variante s&#237;mia (SIV).

Outro factor interessante no artigo &#233; o uso de uma estrat&#233;gia de vacina&#231;&#227;o onde se utilizam dois vectores virais de origens distintas expressando os mesmo antig&#233;nios (SIV gag e pol) e HIV (Env e Nef). O uso de dois vectores distintos sequ&#234;ncialmente chama-se prime-boost. O objectivo &#233; evitar a neutraliza&#231;&#227;o do vector viral modificando a sua origem mantendo em comum o antig&#233;nio de interesse. Assim sendo o vector inicial &#233; o virus Vaccinia e depois o vector seguinte &#233; o virus Ankara.

Os autores testam o ligando de Toll-like receptor9 (Desoxiribonucleotideos CpG) e o uso de Flt3 ligand para potenciar os efeitos da estrat&#233;gia de prime-boost. Os autores descrevem que a vacina assim utilizada induz uma elevada mobiliza&#231;&#227;o de c&#233;lulas dendriticas (c&#233;lulas apresentadoras de antig&#233;nios profissionais do sistema imunol&#243;gico) e em estado maturo de diferencia&#231;&#227;o. Como resultados os autores mostram que no grupo de animais tratado com Flt3L e CpG, o n&#250;mero de linf&#243;citos T CD8 especificos do antig&#233;nio Gag do SIV &#233; superior a todos os outros grupos animais testados, e que em termos clinicos a vacina tem efeitos profil&#225;ticos na protec&#231;&#227;o dos animais contra um infec&#231;&#227;o mucosal por via rectal com o virus SIV.

Os dados apresentados s&#227;o extremamente encorajadores para o uso desta estrat&#233;gia prime-boost com CpG e Flt3L em estudos pr&#233;-clinicos em humanos.

D&#234;em uma olhada e deixem os vossos coment&#225;rios...

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    </item>
    <item>
      <title>Edi&#231;&#227;o #10: Efeitos na apresenta&#231;&#227;o de antig&#233;nios via MHC classe II pelas celulas dendriticas maturas in vivo</title>
      <description> Ol&#225;, Viva.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
D&#233;cima edi&#231;&#227;o do podcast "Journal Club
Imunoterapia tumoral". &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Apresento-vos o artigo &lt;a
 href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/17978177?ordinalpos=7&amp;itool=EntrezSystem2.PEntrez.Pubmed.Pubmed_ResultsPanel.Pubmed_RVDocSum"&gt;&lt;span
 style="font-weight: bold;"&gt;Dendritic cell preactivation
impairs MHC class II presentation of vaccines and endogenous viral
antigens&lt;/span&gt; Young et al 2007 PNAS 104: 17753&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Este artigo demonstra que c&#233;lulas dendriticas no seu estado
maturo &lt;span style="font-style: italic;"&gt;in vivo&lt;/span&gt;
s&#227;o incapazes de induzir respostas imunol&#243;gicas
espec&#237;ficas de um antig&#233;nio, e sobretudo que a
raz&#227;o que justifica este comportamento &#233; a
aus&#234;ncia de sintese das mol&#233;culas alpha e beta do
heterodimero MHC classe II ap&#243;s
matura&#231;&#227;o. Os autores observam que mesmo
ap&#243;s matura&#231;&#227;o, as c&#233;lulas
continuam a apresentar capacidade de endocitose e capacidade de
degradar antig&#233;nios sol&#250;veis e
antig&#233;nios endogenos &#224; c&#233;lula
dendritica, tais como antig&#233;nios virais.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
As &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Dendritic_cells"&gt;c&#233;lulas
dendriticas&lt;/a&gt; s&#227;o c&#233;lulas fundamentais no
desenvolvimento de respostas imunol&#243;gicas &lt;span
 style="font-style: italic;"&gt;in vivo&lt;/span&gt; sobretudo
pela sua capacidade de induzirem a activa&#231;&#227;o de
linf&#243;citos T &lt;span style="font-style: italic;"&gt;naive&lt;/span&gt;.
&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Para induzir a matura&#231;&#227;o das c&#233;lulas
dendriticas in vivo, os autores injectam CpG 1668 em ratinhos, o que
gera uma matura&#231;&#227;o generalizada das
c&#233;lulas dendriticas encontradas no ba&#231;o destes
ratinhos. Semelhante fen&#243;meno pode ser encontrado em
condi&#231;&#245;es de choque s&#233;ptico ou em
situa&#231;&#245;es de infec&#231;&#245;es
parasiticas como por exemplo a mal&#225;ria.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O CpG s&#227;o mol&#233;culas de ADN lineares ricas em
sequ&#234;ncias de nucleotideos citosina e guanina e que tem a
propriedade de induzir fortes respostas imunol&#243;gicas. Tal
acontece porque existem nas c&#233;lulas do sistema
imunol&#243;gico receptores que se ligam a este tipo de
mol&#233;culas muito comuns em agentes infecciosos: os receptores
Toll-like. &#160;Estes receptores Toll-like s&#227;o
v&#225;rios e reconhecem cada um deles um tipo
espec&#237;fico de mol&#233;culas, eg TLR9 reconhece CpG,
TLR4 reconhece LPS, TLR3 reconhece Poly I:C. Para mais
informa&#231;&#245;es deem uma olhada no link seguinte do &lt;a
 href="http://en.wikipedia.org/wiki/Toll-like_receptor"&gt;wikipedia&lt;/a&gt;.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Embora &lt;span style="font-style: italic;"&gt;in vitro&lt;/span&gt;
existam v&#225;rios estudos sobre os aspectos funcionais das
c&#233;lulas dendriticas, estudos &lt;span
 style="font-style: italic;"&gt;in vivo &lt;/span&gt;s&#227;o
raros. Este estudo &#233; por isso valioso para
refor&#231;ar o nosso conhecimento dos processos
imunol&#243;gicos.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Um abra&#231;o e at&#233; breve.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Pedro&lt;br&gt;

&lt;a target="_blank" href="http://www.webstats.motigo.com/stats?AESDPg4BAhfD_ex1cS05sC58iN/A"&lt;/a&gt;
</description>
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      <comments>http://pmsalves.podOmatic.com/entry/2008-01-14T08_45_59-08_00</comments>
      <pubDate>Mon, 14 Jan 2008 16:45:59 GMT</pubDate>
      <dcterms:modified>2008-06-18</dcterms:modified>
      <dcterms:created>2008-01-14</dcterms:created>
      <link>http://pmsalves.podOmatic.com</link>
      <dc:creator>Pedro Alves</dc:creator>
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      <itunes:summary> Ol&#225;, Viva.

D&#233;cima edi&#231;&#227;o do podcast "Journal Club
Imunoterapia tumoral". 

Apresento-vos o artigo Dendritic cell preactivation
impairs MHC class II presentation of vaccines and endogenous viral
antigens Young et al 2007 PNAS 104: 17753

Este artigo demonstra que c&#233;lulas dendriticas no seu estado
maturo in vivo
s&#227;o incapazes de induzir respostas imunol&#243;gicas
espec&#237;ficas de um antig&#233;nio, e sobretudo que a
raz&#227;o que justifica este comportamento &#233; a
aus&#234;ncia de sintese das mol&#233;culas alpha e beta do
heterodimero MHC classe II ap&#243;s
matura&#231;&#227;o. Os autores observam que mesmo
ap&#243;s matura&#231;&#227;o, as c&#233;lulas
continuam a apresentar capacidade de endocitose e capacidade de
degradar antig&#233;nios sol&#250;veis e
antig&#233;nios endogenos &#224; c&#233;lula
dendritica, tais como antig&#233;nios virais.

As c&#233;lulas
dendriticas s&#227;o c&#233;lulas fundamentais no
desenvolvimento de respostas imunol&#243;gicas in vivo sobretudo
pela sua capacidade de induzirem a activa&#231;&#227;o de
linf&#243;citos T naive.


Para induzir a matura&#231;&#227;o das c&#233;lulas
dendriticas in vivo, os autores injectam CpG 1668 em ratinhos, o que
gera uma matura&#231;&#227;o generalizada das
c&#233;lulas dendriticas encontradas no ba&#231;o destes
ratinhos. Semelhante fen&#243;meno pode ser encontrado em
condi&#231;&#245;es de choque s&#233;ptico ou em
situa&#231;&#245;es de infec&#231;&#245;es
parasiticas como por exemplo a mal&#225;ria.

O CpG s&#227;o mol&#233;culas de ADN lineares ricas em
sequ&#234;ncias de nucleotideos citosina e guanina e que tem a
propriedade de induzir fortes respostas imunol&#243;gicas. Tal
acontece porque existem nas c&#233;lulas do sistema
imunol&#243;gico receptores que se ligam a este tipo de
mol&#233;culas muito comuns em agentes infecciosos: os receptores
Toll-like. &#160;Estes receptores Toll-like s&#227;o
v&#225;rios e reconhecem cada um deles um tipo
espec&#237;fico de mol&#233;culas, eg TLR9 reconhece CpG,
TLR4 reconhece LPS, TLR3 reconhece Poly I:C. Para mais
informa&#231;&#245;es deem uma olhada no link seguinte do wikipedia.

Embora in vitro
existam v&#225;rios estudos sobre os aspectos funcionais das
c&#233;lulas dendriticas, estudos in vivo s&#227;o
raros. Este estudo &#233; por isso valioso para
refor&#231;ar o nosso conhecimento dos processos
imunol&#243;gicos.

Um abra&#231;o e at&#233; breve.

Pedro


</itunes:summary>
    </item>
    <item>
      <title>Edi&#231;&#227;o #9: O equilibrio entre o sistema imune o crescimento tumoral desvendado.</title>
      <description>Ol&#225; Malta&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&#218;ltimo podcast antes da chegada do Natal. Para terminar este
semestre de actividade do "journal club" decidi apresentar-vos um
artigo de refer&#234;ncia do grupo de &lt;a
 href="http://pathology.wustl.edu/faculty/index.php?user=821&amp;pageload=indi"&gt;Robert
Schreiber&lt;/a&gt; onde &#233; descrita a fase de equilibrio
t&#233;nue entre o sistema imunol&#243;gico e o
desenvolvimento tumoral. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
No artigo recentemente publicado no jornal Nature, &lt;a
 href="http://www.nature.com/nature/journal/v450/n7171/full/nature06309.html"&gt;Koebel
e colaboradores&lt;/a&gt; desenvolvem um modelo de desenvolvimento
tumoral tirando partida da actividade tumorig&#233;nica do
3'-methilcolanthrene, um produto qu&#237;mico estremamente
perigoso e carcinog&#233;nico entrado no fumo do tabaco. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Ap&#243;s uma simples aplicacao em duas estirpes de ratinhos e
removendo do estudo todos os ratinhos que apresentaram crescimento de
tumores durante um periodo superior a 200 dias, os autores
seleccionaram os ratinhos onde se detectavam pequenas massas tumorais
palpaveis que nao proliferavam - os ratinhos apresentavam tumores em
estado de "letargia".&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Estes ratinhos com tumores latargicos ou dormentes foram posteriormente
tratados com anticorpos que os tornava imunodeficientes (tratamento
contra linf&#243;citos CD4 e CD8, ou tratamento
anti-interfer&#227;o gamma ou anti-IL-12) para o sistema
imunol&#243;gico adaptativo, e observaram que os tumores
at&#233; ent&#227;o dormentes se tornaram activos e os
ratinhos n&#227;o consigam controlar os tumores em plena
expansao. &#160;Portanto, estes ratinhos mantinham os tumores
est&#225;veis devido ao seu sistema imunol&#243;gico, que
uma vez aniquilado, estes tumores tornavam-se letais. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Os autores demonstram que estes tumores que surgem apartir de massas
tumorais dormentes sao estremamente tumorigenicos e pouco
imunog&#233;nicos (incapazes de estimular o sistema
imunol&#243;gico), uma vez que estes tumores foram
progressivamente seleccionados pelo sistema imunologico. Por outras
palavras, progressivamente s&#227;o eliminadas as variantes
tumorais que sao possiveis de ser reconhecidas pelo sistema
imunol&#243;gico, restando variantes que n&#227;o
s&#227;o reconhecidas e portanto escapam ao controlo. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Embora as evidencias moleculares n&#227;o sejam mostradas no
artigo, este trabalho &#233; importante para a
complementa&#231;&#227;o da teoria dos 3 &#201;s:
eliminacao, equilibrio e escape desenvolvida por este grupo e que
explica o desenvolvimento tumoral num individuo imunologicamente
competente.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Um forte abra&#231;o e espero os vossos coment&#225;rios.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Pedro

&lt;a target="_blank" href="http://www.webstats.motigo.com/stats?AESDPg4BAhfD_ex1cS05sC58iN/A"&lt;/a&gt;</description>
      <guid isPermaLink="true">http://pmsalves.podOmatic.com/entry/2007-12-19T01_34_42-08_00</guid>
      <comments>http://pmsalves.podOmatic.com/entry/2007-12-19T01_34_42-08_00</comments>
      <pubDate>Wed, 19 Dec 2007 09:34:42 GMT</pubDate>
      <dcterms:modified>2008-06-18</dcterms:modified>
      <dcterms:created>2007-12-19</dcterms:created>
      <link>http://pmsalves.podOmatic.com</link>
      <dc:creator>Pedro Alves</dc:creator>
      <itunes:keywords>cancer/immunity,elimination,equilibrium,escape,methilcolantrene,schreiber</itunes:keywords>
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      <itunes:duration>1217</itunes:duration>
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      <itunes:summary>Ol&#225; Malta

&#218;ltimo podcast antes da chegada do Natal. Para terminar este
semestre de actividade do "journal club" decidi apresentar-vos um
artigo de refer&#234;ncia do grupo de Robert
Schreiber onde &#233; descrita a fase de equilibrio
t&#233;nue entre o sistema imunol&#243;gico e o
desenvolvimento tumoral. 

No artigo recentemente publicado no jornal Nature, Koebel
e colaboradores desenvolvem um modelo de desenvolvimento
tumoral tirando partida da actividade tumorig&#233;nica do
3'-methilcolanthrene, um produto qu&#237;mico estremamente
perigoso e carcinog&#233;nico entrado no fumo do tabaco. 

Ap&#243;s uma simples aplicacao em duas estirpes de ratinhos e
removendo do estudo todos os ratinhos que apresentaram crescimento de
tumores durante um periodo superior a 200 dias, os autores
seleccionaram os ratinhos onde se detectavam pequenas massas tumorais
palpaveis que nao proliferavam - os ratinhos apresentavam tumores em
estado de "letargia".

Estes ratinhos com tumores latargicos ou dormentes foram posteriormente
tratados com anticorpos que os tornava imunodeficientes (tratamento
contra linf&#243;citos CD4 e CD8, ou tratamento
anti-interfer&#227;o gamma ou anti-IL-12) para o sistema
imunol&#243;gico adaptativo, e observaram que os tumores
at&#233; ent&#227;o dormentes se tornaram activos e os
ratinhos n&#227;o consigam controlar os tumores em plena
expansao. &#160;Portanto, estes ratinhos mantinham os tumores
est&#225;veis devido ao seu sistema imunol&#243;gico, que
uma vez aniquilado, estes tumores tornavam-se letais. 

Os autores demonstram que estes tumores que surgem apartir de massas
tumorais dormentes sao estremamente tumorigenicos e pouco
imunog&#233;nicos (incapazes de estimular o sistema
imunol&#243;gico), uma vez que estes tumores foram
progressivamente seleccionados pelo sistema imunologico. Por outras
palavras, progressivamente s&#227;o eliminadas as variantes
tumorais que sao possiveis de ser reconhecidas pelo sistema
imunol&#243;gico, restando variantes que n&#227;o
s&#227;o reconhecidas e portanto escapam ao controlo. 

Embora as evidencias moleculares n&#227;o sejam mostradas no
artigo, este trabalho &#233; importante para a
complementa&#231;&#227;o da teoria dos 3 &#201;s:
eliminacao, equilibrio e escape desenvolvida por este grupo e que
explica o desenvolvimento tumoral num individuo imunologicamente
competente.

Um forte abra&#231;o e espero os vossos coment&#225;rios.

Pedro

</itunes:summary>
    </item>
    <item>
      <title>Edi&#231;&#227;o#8: Flexibilidade do CDR3 do TCR comprovada por cristalografia. Implica&#231;&#245;es no reconhecimento antig&#233;nico pelos linf&#243;citos T.</title>
      <description>Ol&#225; malta!&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Neste oitava edi&#231;&#227;o do Podcast Imunoterapia
Tumoral apresento-vos o artigo de &lt;a
 href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/entrez/query.fcgi?cmd=Retrieve&amp;db=PubMed&amp;dopt=Citation&amp;list_uids=17921250"&gt;Gakamsky
et al&lt;/a&gt;, publicado recentemente no jornal PNAS vol 104: 16639
de 2007.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Este artigo vem pela primeira vez corroborar com dados de
biof&#237;sica os dados apresentadas por v&#225;rios
trabalhos baseados em cristalografia do complexo TCR/peptideo-MHC, e
onde &#233; &lt;a
 href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/entrez/utils/fref.fcgi?PrId=3051&amp;itool=AbstractPlus-def&amp;uid=9469799&amp;db=pubmed&amp;url=http://www.sciencemag.org/cgi/pmidlookup?view=long&amp;pmid=9469799"&gt;sugerida
de o dom&#237;nio do CDR3 &#233; capaz de uma certa
mobilidade&lt;/a&gt; e capacidade de adaptar-se ("fiting") &#224;
superf&#237;cie tri-dimensional do complexo
pept&#237;deo-MHC.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Para relembrar: o TCR &#233; o receptor da c&#233;lula T,
que reconhece pept&#237;deos (oligopeptideos) apresentados pela
molecula Major de Histocompatibilidade (MHC). As c&#233;lulas T
s&#227;o de dois tipos: CD4 ou CD8, sendo as c&#233;lulas T
CD4, apresentando o co-receptor CD4 e reconhecendo peptides
apresentados pelo moleculas MHC de classe II; e as c&#233;lulas T
CD8 apresentando o co-receptor CD8 e reconhecendo pept&#237;deos
apresentados pelas moleculas MHC classe I.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
No caso das respostas adaptativas, o reconhecimento de
pept&#237;deos apresentados por mol&#233;culas MHC pelas
c&#233;lulas apresentadoras de antig&#233;nios &#233;
fundamental para a modula&#231;&#227;o das respostas
imunol&#243;gicas (nomeadamente via c&#233;lulas T CD4) e
para a cria&#231;&#227;o de respostas efectoras capazes de
eliminar situa&#231;&#245;es an&#243;molas tais como
infec&#231;&#245;es virais, parasitarias ou tumorais (via
c&#233;lulas T CD8).&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A variabilidade dos TCR &#233; enorme (&lt;a
 href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/sites/entrez?Db=pubmed&amp;Cmd=ShowDetailView&amp;TermToSearch=9745202&amp;ordinalpos=4&amp;itool=EntrezSystem2.PEntrez.Pubmed.Pubmed_ResultsPanel.Pubmed_RVDocSum"&gt;10^13&lt;/a&gt;),
mas tamb&#233;m enorme o n&#250;mero de
sequ&#234;ncias de amino &#225;cidos apresentados pelas
mol&#233;culas MHC. Por cristalografia sugeriu-se que o
dom&#237;nio CDR3 do TCR, que reconhece sobretudo o complexo
peptideo-MHC tem flexibilidade, podendo-se adaptar em v&#225;rias
conforma&#231;&#245;es, podendo assim cobrir mais
sequencias peptideo-MHC doque se fosse rigido. Este artigo que
apresento, mostra por estudos de FRET (Fluorescence Resonance Energy
Transfer) que as energias envolvidas e a rapidez do processo
&#233; compativel com os estudos cristalogr&#225;ficos e
abre assim uma nova maneira de interpretar o reconhecimento de
peptideos pelo TCR.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Espero pelos vossos coment&#225;rios e sugest&#245;es...&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Pedro&lt;br&gt;

&lt;a target="_blank" href="http://www.webstats.motigo.com/stats?AESDPg4BAhfD_ex1cS05sC58iN/A"&lt;/a&gt;
</description>
      <guid isPermaLink="true">http://pmsalves.podOmatic.com/entry/2007-12-07T17_03_40-08_00</guid>
      <comments>http://pmsalves.podOmatic.com/entry/2007-12-07T17_03_40-08_00</comments>
      <pubDate>Sat, 08 Dec 2007 01:03:40 GMT</pubDate>
      <dcterms:modified>2008-06-17</dcterms:modified>
      <dcterms:created>2007-12-08</dcterms:created>
      <link>http://pmsalves.podOmatic.com</link>
      <dc:creator>Pedro Alves</dc:creator>
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      <itunes:explicit>clean</itunes:explicit>
      <itunes:summary>Ol&#225; malta!

Neste oitava edi&#231;&#227;o do Podcast Imunoterapia
Tumoral apresento-vos o artigo de Gakamsky
et al, publicado recentemente no jornal PNAS vol 104: 16639
de 2007.

Este artigo vem pela primeira vez corroborar com dados de
biof&#237;sica os dados apresentadas por v&#225;rios
trabalhos baseados em cristalografia do complexo TCR/peptideo-MHC, e
onde &#233; sugerida
de o dom&#237;nio do CDR3 &#233; capaz de uma certa
mobilidade e capacidade de adaptar-se ("fiting") &#224;
superf&#237;cie tri-dimensional do complexo
pept&#237;deo-MHC.

Para relembrar: o TCR &#233; o receptor da c&#233;lula T,
que reconhece pept&#237;deos (oligopeptideos) apresentados pela
molecula Major de Histocompatibilidade (MHC). As c&#233;lulas T
s&#227;o de dois tipos: CD4 ou CD8, sendo as c&#233;lulas T
CD4, apresentando o co-receptor CD4 e reconhecendo peptides
apresentados pelo moleculas MHC de classe II; e as c&#233;lulas T
CD8 apresentando o co-receptor CD8 e reconhecendo pept&#237;deos
apresentados pelas moleculas MHC classe I.

No caso das respostas adaptativas, o reconhecimento de
pept&#237;deos apresentados por mol&#233;culas MHC pelas
c&#233;lulas apresentadoras de antig&#233;nios &#233;
fundamental para a modula&#231;&#227;o das respostas
imunol&#243;gicas (nomeadamente via c&#233;lulas T CD4) e
para a cria&#231;&#227;o de respostas efectoras capazes de
eliminar situa&#231;&#245;es an&#243;molas tais como
infec&#231;&#245;es virais, parasitarias ou tumorais (via
c&#233;lulas T CD8).

A variabilidade dos TCR &#233; enorme (10^13),
mas tamb&#233;m enorme o n&#250;mero de
sequ&#234;ncias de amino &#225;cidos apresentados pelas
mol&#233;culas MHC. Por cristalografia sugeriu-se que o
dom&#237;nio CDR3 do TCR, que reconhece sobretudo o complexo
peptideo-MHC tem flexibilidade, podendo-se adaptar em v&#225;rias
conforma&#231;&#245;es, podendo assim cobrir mais
sequencias peptideo-MHC doque se fosse rigido. Este artigo que
apresento, mostra por estudos de FRET (Fluorescence Resonance Energy
Transfer) que as energias envolvidas e a rapidez do processo
&#233; compativel com os estudos cristalogr&#225;ficos e
abre assim uma nova maneira de interpretar o reconhecimento de
peptideos pelo TCR.

Espero pelos vossos coment&#225;rios e sugest&#245;es...

Pedro


</itunes:summary>
    </item>
    <item>
      <title>Edi&#231;&#227;o #7: Elimina&#231;&#227;o de linf&#243;citos anti-tumorais pelos linf&#243;citos T </title>
      <description>Ol&#225; malta.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Sejam bem-vindos a uma nova edi&#231;&#227;o do podcast
Journal Club Imunoterapia Tumoral.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Nesta edi&#231;&#227;o apresento-vos o artigo de &lt;a
 href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/entrez/query.fcgi?cmd=Retrieve&amp;db=PubMed&amp;dopt=Citation&amp;list_uids=17919943"
 target="_blank"&gt;Cao et al&lt;/a&gt; que foi recentemente
publicado no jornal &lt;a href="www.immunity.com/"&gt;Immunity&lt;/a&gt;.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Este artigo apresenta as primeiras evid&#234;ncias &lt;span
 style="font-style: italic;"&gt;in vivo&lt;/span&gt; que as
c&#233;lulas T reguladoras induzem a supress&#227;o da
resposta anti-tumoral por induzirem a morte celular de
c&#233;lulas efectoras anti-tumorais (c&#233;lulas NK e
c&#233;lulas T CD8+) por uma via dependente das proteinas
Granzima B e Perforina.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Um artigo a ler sem d&#250;vida. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Um forte abra&#231;o.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Pedro


&lt;a target="_blank" href="http://www.webstats.motigo.com/stats?AESDPg4BAhfD_ex1cS05sC58iN/A"&lt;/a&gt;
</description>
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      <comments>http://pmsalves.podOmatic.com/entry/2007-11-28T01_32_42-08_00</comments>
      <pubDate>Wed, 28 Nov 2007 09:32:42 GMT</pubDate>
      <dcterms:modified>2008-06-18</dcterms:modified>
      <dcterms:created>2007-11-28</dcterms:created>
      <link>http://pmsalves.podOmatic.com</link>
      <dc:creator>Pedro Alves</dc:creator>
      <itunes:keywords>anti-tumoral,c&#233;lulas,granzima,imunologia,perforina,podcast,reguladoras,resposta,supress&#227;o,t</itunes:keywords>
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      <itunes:summary>Ol&#225; malta.

Sejam bem-vindos a uma nova edi&#231;&#227;o do podcast
Journal Club Imunoterapia Tumoral.

Nesta edi&#231;&#227;o apresento-vos o artigo de Cao et al que foi recentemente
publicado no jornal Immunity.

Este artigo apresenta as primeiras evid&#234;ncias in vivo que as
c&#233;lulas T reguladoras induzem a supress&#227;o da
resposta anti-tumoral por induzirem a morte celular de
c&#233;lulas efectoras anti-tumorais (c&#233;lulas NK e
c&#233;lulas T CD8+) por uma via dependente das proteinas
Granzima B e Perforina.

Um artigo a ler sem d&#250;vida. 

Um forte abra&#231;o.

Pedro



</itunes:summary>
    </item>
    <item>
      <title>Edicao #6: Xiao et al 2007 JEM 204: 2667</title>
      <description>Ol&#225;

Nesta edicao apresento-vos um &lt;A HREF="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/sites/entrez?Db=pubmed&amp;Cmd=ShowDetailView&amp;TermToSearch=17954566&amp;ordinalpos=1&amp;itool=EntrezSystem2.PEntrez.Pubmed.Pubmed_ResultsPanel.Pubmed_RVDocSum"&gt;artigo onde se tenta explicar os mecanismos por detr&#225;s da redu&#231;&#227;o da express&#227;o de CD8 &#224; superf&#237;cie dos linf&#243;citos ap&#243;s activa&#231;&#227;o antig&#233;nica&lt;/A&gt;.

Os autores mostram que a redu&#231;&#227;o de express&#227;o de CD8 implica uma redu&#231;&#227;o destes linf&#243;citos em serem marcados com tetrameros e uma redu&#231;&#227;o na sua capacidade de produzirem citoquinas tais como interfer&#227;o. 

Os autores mostram que a presen&#231;a do receptor de Interfer&#227;o gamma &#233; essencial para a redu&#231;&#227;o da express&#227;o de CD8 &#224; superf&#237;cie dos linf&#243;citos.

O artigo abre espa&#231;o para uma melhor compreens&#227;o dos mecanismos que explicam este processo, deixando em aberto como o interfer&#227;o interfere com o controlo pos-transcripcional do co-receptor.

&lt;a target="_blank" href="http://www.webstats.motigo.com/stats?AESDPg4BAhfD_ex1cS05sC58iN/A"&lt;/a&gt;</description>
      <guid isPermaLink="true">http://pmsalves.podOmatic.com/entry/2007-11-22T09_55_34-08_00</guid>
      <comments>http://pmsalves.podOmatic.com/entry/2007-11-22T09_55_34-08_00</comments>
      <pubDate>Thu, 22 Nov 2007 17:55:34 GMT</pubDate>
      <dcterms:modified>2008-05-07</dcterms:modified>
      <dcterms:created>2007-11-22</dcterms:created>
      <link>http://pmsalves.podOmatic.com</link>
      <dc:creator>Pedro Alves</dc:creator>
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      <itunes:summary>Ol&#225;

Nesta edicao apresento-vos um artigo onde se tenta explicar os mecanismos por detr&#225;s da redu&#231;&#227;o da express&#227;o de CD8 &#224; superf&#237;cie dos linf&#243;citos ap&#243;s activa&#231;&#227;o antig&#233;nica.

Os autores mostram que a redu&#231;&#227;o de express&#227;o de CD8 implica uma redu&#231;&#227;o destes linf&#243;citos em serem marcados com tetrameros e uma redu&#231;&#227;o na sua capacidade de produzirem citoquinas tais como interfer&#227;o. 

Os autores mostram que a presen&#231;a do receptor de Interfer&#227;o gamma &#233; essencial para a redu&#231;&#227;o da express&#227;o de CD8 &#224; superf&#237;cie dos linf&#243;citos.

O artigo abre espa&#231;o para uma melhor compreens&#227;o dos mecanismos que explicam este processo, deixando em aberto como o interfer&#227;o interfere com o controlo pos-transcripcional do co-receptor.

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    </item>
    <item>
      <title>Edi&#231;&#227;o #5 Bollard et al 2007 Blood 110: 2838</title>
      <description>Nova edi&#231;&#227;o onde apresento-vos um artigo sobre um ensaio clinico de imunoterapia nao randomizado sobre linfomas EBV de Hodgkins e nao Hodgkins. Neste ensaio clinico celulas T CD8 s&#227;o geradas in vitro contra um antigenio subdominante de EBV - LMP2, atraves do uso de c&#233;lulas dendriticas e celulas B linfoblasticas autologas de pacientes com linfoma. As CTLs assim geradas foram transferidas adoptivamente nos pacientes em varias infusoes e resultaram segundo os autores em respostas clinicas completas, ou parciais e estabilizacao da doenca, oque neste tipo de cancros n&#227;o &#233; merit&#243;rio. Eis portanto um artigo que apresenta dados que merecem ser utlizados como referencia demonstrando a eficacia e o potencial da imunoterapia no tratamento de tumores.

&lt;a target="_blank" href="http://www.webstats.motigo.com/stats?AESDPg4BAhfD_ex1cS05sC58iN/A"&lt;/a&gt;
</description>
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      <comments>http://pmsalves.podOmatic.com/entry/2007-11-13T16_16_00-08_00</comments>
      <pubDate>Wed, 14 Nov 2007 00:16:00 GMT</pubDate>
      <dcterms:modified>2008-06-17</dcterms:modified>
      <dcterms:created>2007-11-14</dcterms:created>
      <link>http://pmsalves.podOmatic.com</link>
      <dc:creator>Pedro Alves</dc:creator>
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      <itunes:summary>Nova edi&#231;&#227;o onde apresento-vos um artigo sobre um ensaio clinico de imunoterapia nao randomizado sobre linfomas EBV de Hodgkins e nao Hodgkins. Neste ensaio clinico celulas T CD8 s&#227;o geradas in vitro contra um antigenio subdominante de EBV - LMP2, atraves do uso de c&#233;lulas dendriticas e celulas B linfoblasticas autologas de pacientes com linfoma. As CTLs assim geradas foram transferidas adoptivamente nos pacientes em varias infusoes e resultaram segundo os autores em respostas clinicas completas, ou parciais e estabilizacao da doenca, oque neste tipo de cancros n&#227;o &#233; merit&#243;rio. Eis portanto um artigo que apresenta dados que merecem ser utlizados como referencia demonstrando a eficacia e o potencial da imunoterapia no tratamento de tumores.


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    </item>
    <item>
      <title>Edicao #4 Peng et al 2007 Immunity 27:334</title>
      <description> Ol&#225; malta.
Nesta edi&#231;&#227;o apresento-vos um &lt;A HREF="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/sites/entrez?Db=pubmed&amp;Cmd=ShowDetailView&amp;TermToSearch=17656116&amp;ordinalpos=17&amp;itool=EntrezSystem2.PEntrez.Pubmed.Pubmed_ResultsPanel.Pubmed_RVDocSum"&gt;artigo&lt;/A&gt; onde as celulas T gamma delta provenientes de linfocitos infiltrantes de cancro da mama humano apresentam capacidade reguladora. Estas c&#233;lulas apresentam a capacidade de inibir a prolifera&#231;&#227;o de linfocitos e a fun&#231;&#227;o de c&#233;lulas dentriticas maturas. Esta actividade reguladora pode ser revertida pela ac&#231;&#227;o de ligandos de TLR8.
Espero que gostem e deixem os vosso coment&#225;rios.

Um abraco

Pedro

&lt;a target="_blank" href="http://www.webstats.motigo.com/stats?AESDPg4BAhfD_ex1cS05sC58iN/A"&lt;/a&gt;
</description>
      <guid isPermaLink="true">http://pmsalves.podOmatic.com/entry/2007-10-21T06_56_12-07_00</guid>
      <comments>http://pmsalves.podOmatic.com/entry/2007-10-21T06_56_12-07_00</comments>
      <pubDate>Sun, 21 Oct 2007 13:56:12 GMT</pubDate>
      <dcterms:modified>2008-06-17</dcterms:modified>
      <dcterms:created>2007-10-21</dcterms:created>
      <link>http://pmsalves.podOmatic.com</link>
      <dc:creator>Pedro Alves</dc:creator>
      <itunes:keywords>club,imunologia,inibicao,intraepiteliais,journal,linfocitos,reguladoras,t,{gamma}{delta}</itunes:keywords>
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      <itunes:summary> Ol&#225; malta.
Nesta edi&#231;&#227;o apresento-vos um artigo onde as celulas T gamma delta provenientes de linfocitos infiltrantes de cancro da mama humano apresentam capacidade reguladora. Estas c&#233;lulas apresentam a capacidade de inibir a prolifera&#231;&#227;o de linfocitos e a fun&#231;&#227;o de c&#233;lulas dentriticas maturas. Esta actividade reguladora pode ser revertida pela ac&#231;&#227;o de ligandos de TLR8.
Espero que gostem e deixem os vosso coment&#225;rios.

Um abraco

Pedro


</itunes:summary>
    </item>
    <item>
      <title>epis&#243;dio 3: Nagaraj, S. et al Nat Med 13, 828-835 (2007)</title>
      <description>Ola malta
Mais uma edi&#231;&#227;o do podcast.
Hoje vamos discutir o artigo Nagaraj, S. et al. Altered recognition of antigen is a mechanism of CD8+ T cell tolerance in cancer. Nat Med 13, 828-835 (2007). Um artigo bem interessante, muito bem escrito e que &#233; de uma leitura linear e de f&#225;cil compreens&#227;o. 
O artigo mostra como as c&#233;lulas mieloides supressoras presentes nos tumores e nos ganglio linf&#225;ticos drenates induzem toler&#226;ncia sobre c&#233;lulas T CD8 espec&#237;ficas de antig&#233;nios tumorais. 
Mostra-se que os radicais de oxig&#233;nio nomeadamente o peroxinitrito modifica a estrutura molecular do TCR e do CD8 na superficie dos linf&#243;citos e impedindo a sua resposta funcional.

Deixem os vossos coment&#225;rios e sugest&#245;es...

Boa semana.
Pedro

&lt;a target="_blank" href="http://www.webstats.motigo.com/stats?AESDPg4BAhfD_ex1cS05sC58iN/A"&lt;/a&gt;
</description>
      <guid isPermaLink="true">http://pmsalves.podOmatic.com/entry/2007-09-23T04_01_02-07_00</guid>
      <comments>http://pmsalves.podOmatic.com/entry/2007-09-23T04_01_02-07_00</comments>
      <pubDate>Sun, 23 Sep 2007 11:01:02 GMT</pubDate>
      <dcterms:modified>2008-05-20</dcterms:modified>
      <dcterms:created>2007-09-23</dcterms:created>
      <link>http://pmsalves.podOmatic.com</link>
      <dc:creator>Pedro Alves</dc:creator>
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      <itunes:summary>Ola malta
Mais uma edi&#231;&#227;o do podcast.
Hoje vamos discutir o artigo Nagaraj, S. et al. Altered recognition of antigen is a mechanism of CD8+ T cell tolerance in cancer. Nat Med 13, 828-835 (2007). Um artigo bem interessante, muito bem escrito e que &#233; de uma leitura linear e de f&#225;cil compreens&#227;o. 
O artigo mostra como as c&#233;lulas mieloides supressoras presentes nos tumores e nos ganglio linf&#225;ticos drenates induzem toler&#226;ncia sobre c&#233;lulas T CD8 espec&#237;ficas de antig&#233;nios tumorais. 
Mostra-se que os radicais de oxig&#233;nio nomeadamente o peroxinitrito modifica a estrutura molecular do TCR e do CD8 na superficie dos linf&#243;citos e impedindo a sua resposta funcional.

Deixem os vossos coment&#225;rios e sugest&#245;es...

Boa semana.
Pedro


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      <title>Epis&#243;dio 2: Yamaguchi et al 2007 Immunity 27: 145</title>
      <description>Neste epis&#243;dio vou apresentar-vos um artigo recentemente publicado no jornal Immunity e onde se aclama o receptor folato 4 como um novo marcador das c&#233;lulas CD4 T reguladoras no ratinho. Eu considero que o artigo n&#227;o &#233; claro nas conclus&#245;es que apresenta e n&#227;o fico convencido. Os resultados funcionais s&#227;o bastante impressionantes, mas n&#227;o acho que os resultados permitam concluir que seja o receptor folato o elemento que define a populacao T reguladora, sobretudo quando a especificidade T reguladora &#233; t&#227;o associada a uma express&#227;o elevada de CD25. Sobretudo acho que um estudo paralelo com outros marcadadores de c&#233;lulas reguladoras precisa de ser realizado antes de concluir oque quer que seja.

Espero o vossos coment&#225;rios

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      <pubDate>Fri, 07 Sep 2007 11:21:33 GMT</pubDate>
      <dcterms:modified>2008-05-07</dcterms:modified>
      <dcterms:created>2007-09-07</dcterms:created>
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      <dc:creator>Pedro Alves</dc:creator>
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      <itunes:summary>Neste epis&#243;dio vou apresentar-vos um artigo recentemente publicado no jornal Immunity e onde se aclama o receptor folato 4 como um novo marcador das c&#233;lulas CD4 T reguladoras no ratinho. Eu considero que o artigo n&#227;o &#233; claro nas conclus&#245;es que apresenta e n&#227;o fico convencido. Os resultados funcionais s&#227;o bastante impressionantes, mas n&#227;o acho que os resultados permitam concluir que seja o receptor folato o elemento que define a populacao T reguladora, sobretudo quando a especificidade T reguladora &#233; t&#227;o associada a uma express&#227;o elevada de CD25. Sobretudo acho que um estudo paralelo com outros marcadadores de c&#233;lulas reguladoras precisa de ser realizado antes de concluir oque quer que seja.

Espero o vossos coment&#225;rios


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      <title>Journal Club Imunoterapia Tumoral : Matter et al 2007 Cancer Res 67: 7467</title>
      <description>Nesta edi&#231;&#227;o vou apresentar-vos um artigo bem interessante de Matter et al 2007 Cancer Res 67: 7467 "Decreased tumor surveillance after adoptive T-cell therapy".
Os autores demonstram que a transfer&#234;ncia adoptiva de c&#233;lulas T CD8 monoclonais num ratinho imuno-competente, promove o crescimento de um tumor expressando a antig&#233;nio para o qual as c&#233;lulas T CD8 injectadas s&#227;o especificas.
O artigo levanta portanto s&#233;rias duvidas sobre a efic&#225;cia deste tipo de estrat&#233;gia terapeutica para o tratamento e controlo de tumores e sugeres as raz&#245;es da variabilidade de resultados obtida em v&#225;rios ensaios clinicos j&#225; realizados em humanos.

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      <pubDate>Mon, 27 Aug 2007 16:14:17 GMT</pubDate>
      <dcterms:modified>2008-05-20</dcterms:modified>
      <dcterms:created>2007-08-27</dcterms:created>
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      <dc:creator>Pedro Alves</dc:creator>
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Os autores demonstram que a transfer&#234;ncia adoptiva de c&#233;lulas T CD8 monoclonais num ratinho imuno-competente, promove o crescimento de um tumor expressando a antig&#233;nio para o qual as c&#233;lulas T CD8 injectadas s&#227;o especificas.
O artigo levanta portanto s&#233;rias duvidas sobre a efic&#225;cia deste tipo de estrat&#233;gia terapeutica para o tratamento e controlo de tumores e sugeres as raz&#245;es da variabilidade de resultados obtida em v&#225;rios ensaios clinicos j&#225; realizados em humanos.


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